domingo, 2 de julho de 2017

Minha Flor de Maracujá

 
Hoje sou emissária de notícias felizes. Mais uma vez. Hoje quero falar sobre ontem. Sobre mais um dia feliz com a minha princesa. Mais um dia em que mudamos o cenário de nossas caminhadas matinais e o resultado foi surpreendente!
 
Mas ontem a alegria teve um sabor diferente. De maracujá com leite condensado.
 
Ontem, pela primeira vez em nem me lembro quanto tempo, consegui fazer um passeio sozinha com Leti e Mateus e o passeio foi MARAVILHOSO!
 
Ontem sugeri fazer nossa caminhada na Praça do Campo Grande e Mateus quis ir junto. Como seria apenas uma caminhada, resolvi levá-lo junto.
 
Até pouco tempo atrás, sequer cogitaria me aventurar nesta empreitada. Mateus faz o tipo grude, que quer atenção exclusiva e Leti, quando não quer(ia) algo, pode(ria) se jogar no chão, apertar bochechas, bater em pessoas, e, até, fazer xixi na roupa. (O desfralde ainda não é uma página completamente virada por aqui, embora o avanço dos últimos meses seja entusiasmante!)
 
Sempre que queremos fazer um passeio com os dois, procuramos estar os dois juntos, eu e Samir, para trabalharmos no sistema de marcação um pra um.
 
Ontem, então, foi um dia histórico!
 
Calcei os tênis dos dois, coloquei-os no carro e segui para o Campo Grande, enquanto o maridão fazia mercado.
 
Já fazia tempo que queria ir lá com eles, resolvi arriscar.
 

Leti mais uma vez aceitou o convite e seguiu serelepe para o nosso programinha. Não me lembrava como o Campo Grande era lindo! Tem espaço para caminhar, brincar, pedalar; fontes, lagoa cheia de peixes, pombos, parquinho, equipamentos de ginástica, monumentos...
 
Combinamos que daríamos uma volta completa e depois pararíamos para um picolé e uma brincadeira no parque.
 
É verdade que houveram umas paradinhas pelo caminho: para brincar com um cachorro, para olhar os peixes, para tirar umas fotos... E tudo correu tão bem... Os meninos respeitaram o desejo do outro, exercitaram a espera, se desentenderam também vez por outra. Mas que irmãos nunca?
 
  
 
Finalizada a volta prometida, foi hora de chupar o picolé e brincar. Este, normalmente, também seria um momento problemático, já que Teu sempre quer brincar sem parar e Leti corre léguas de brincadeiras em parques.

Mas ela estava plena e aceitou simplesmente observar por um tempo, enquanto crianças brincavam, e depois se arriscou a aproximar-se do irmão enquanto brincava: o empurrou no balanço, dando deliciosas gargalhadas, esteve ao seu lado enquanto descia na escorregadeira e ajudou a levantá-lo na gangorra.

 

Quando me descuidei por um minuto, ela fugiu, ultrapassou um obstáculo e foi parar do lado do carrinho do picolé. Leti sendo Leti... rs
 
Mas até isso teve um sabor diferente, já que em todas as últimas caminhadas, apesar da sua disponibilidade, ela sempre demonstrava insegurança, caminhando só segurando a minha mão.
 
Ontem ela não só aceitou caminhar solta, como correu, se escondeu e venceu obstáculos. Estava muito à vontade no ambiente.

 
 
Ao parar para escrever este post, e documentar a alegria do primeiro passeio sozinha com meus pequenos, sem intercorrência que me fizessem voltar antes da hora para casa, fiquei tentando imaginar o que teria acontecido com Leti para que ela viesse a se mostrar tão plena nos últimos dias.
 
É verdade que ela vem demonstrado uma melhora no seu estado geral já há um tempinho, mas agora tem algo diferente no ar, porque ela tem se mostrado mais aberta, disposta, disponível, mais tranquila, mais plena, mais feliz...
 
Será que foi a passiflora que a homeopata prescreveu há 15 dias????
 
Seja o que for, que Deus a conserve assim.
 
 

2 comentários:

Mari disse...

Muito feliz por você, por Leti, por toda a família! Sou muito fã dela, acho-a muito linda, uma princesa. Beijos em todos

Roberta Mendes disse...


Olá , eu adorei teu blog, e como faço artes em crochet e tricot para bebês e crianças, eu te convido para visitar a minha loja virtual, abraços!!!!
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