sábado, 30 de junho de 2012
Curtinhas: Mais novidades


quarta-feira, 27 de junho de 2012
Desfralde: uma luz no fim do túnel
Um xixizão na fralda ao acordar (como disse, estou mantendo a fralda para dormir);
Um xixi na minha cama, enquanto assistia TV;
Um xixi no chão;
Zero xixi na fralda do sono vespertino;
Cinco e meio xixis no penico (é que um foi tão pequenininho, que contei como meio); e
Um cocô no penico (o único do dia).
#todascomemora \o/


5 meses
Neste mês, comemoramos o mesversário na casa de Binha, no dia 26. Apesar de ter sido um dia de terça feira, vários amigos compareceram para parabenizar os rebentos. Só o papai não esteve presente, porque estava trabalhando no interior.
Vida longa aos babies!!!!!


segunda-feira, 25 de junho de 2012
Desfralde: erros, dúvidas e muita paciência!
- Devo deixá-la sentada até fazer o xixi?
- Enquanto esperamos o xixi, o que fazemos? Conto-lhe histórias, canto músicas, conversamos? E se ela estiver gostando das histórias e quiser prolongar o momento lúdico travando a urina?
- Barganho com o xixi? (tenho dito que se fizer o xixi, ganha um danone ou um pedaço de bolo. Às vezes funciona, às vezes não)
- Deixo usar o penico em frente à TV? (Permiti algumas vezes, mas acho que não tá certo).
- Se faz xixi no chão, brigo, ou falo, calmamente (#sanguedebarata) que não deve fazer assim da próxima vez?
- Pra sair, levo só de calcinha, ou como a fono orientou, com a calcinha por baixo da fralda?
- Se perceber ela fazendo xixi no chão, pego-a de sopetão e levo ao penico? (fiz isso algumas vezes)
- Como sei que chegou a hora certa de tirar a fralda?
- E se não der certo, posso voltar atrás?


sábado, 23 de junho de 2012
Apego Literário
Passados 4 meses da mudança para a casa nova, resolvi, finalmente, pegar meus livros para guardá-los num lugar definitivo.
Me surpreendi com a quantidade. Achava que eram mais. Ficavam tão espremidos no apê antigo... Mas foi uma sensação deliciosa relembrar daqueles que me emocionaram, dos que me fizeram rir, dos que me fizeram repensar algumas coisas, dos que me mostraram um mundo que eu não conhecía...
Haviam livros que li na época da escola, outros da época da faculdade, uns que li quando estava grávida e tentava aprender um pouco sobre a maternidade, outros que li quando buscava resgatar o hábito da leitura para criar um ambiente estimulante para o meu filhote. Revi também aqueles que comecei a ler e não consegui terminar (Cem anos de solidão foi um deles), e outros que comprei e sequer comecei a ler.
Tenho dificuldade para me desprender dos meus livros: sejam os que já li, os que não consegui ler por completo, ou os que nem iniciei a leitura. Sejam novos ou velhos, meus ou dos meus filhos. Dou roupas, sapatos, brinquedos, mas livros...
E tanto isso é verdade que, nesta minha arrumação, encontrei, dentre meus livros, um que ganhei de presente da minha professora da segunda série, em 1985, há 27 anos atrás. Meu Deus, que relíquia! Por que será que o guardei por tanto tempo? E pior, por que continuei guardando-o? Me emocionei ao encontrá-lo. Lembrei da professora. Não lembro nada da sua fisionomia, mas me lembrei do sentimento que nutria por ela, que era de um carinho verdadeiro. E ele continua na prateleira com os outros livros. Sabe-se lá por quanto tempo.
Reencontrei também os que lia na infância/adolescência, numa época em que ler era uma compulsão e que a leitura era uma constante em minha vida. Estes guardei na intenção de, um dia, passar para meus filhos, na esperança de que eles pudessem desfrutar do mesmo prazer que um dia havia me invadido. Acho que chegou esta hora. Separei alguns e dei a Lipe, que, graças a Deus, conserva até hoje um excelente hábito de leitura, por mim constantemente incentivado.
Na verdade, confesso que, separando os títulos, não consegui me lembrar com detalhes da história de nenhum deles, mas, olhando para alguns, a sensação que voltava era algo do tipo "nossa, esse livro me tocou", apesar de não me lembrar exatamente o por quê. Peguei aquele que me trouxe esta sensação mais intensamente e pedi que ele o lesse, quando terminasse os livros que estava lendo (sim, ele está lendo dois ao mesmo tempo: O natal do pequeno Nicolau e Zac Power), e que depois me fizesse um reconto.
Ele se animou com a ideia e colocou o livro (Um elfo em minha mão) em sua lista de espera. Estou ansiosa por este feedback.
Aproveitei e separei alguns livros de Lipe, que não estão mais adequados para sua idade, e rearrumei-os no quarto de Leti, que também adora livros.
Alguns deles já estão no top list da pequena, como o “Menina Bonita do Laço de Fita”, cuja história ela já sabe de cor; e “Patrícia”. Em relação a este último, gostaria de compartilhar a emoção que senti ao constatar em minha princesa reações muito similares às que Lipe tinha quando eu lia para ele o livro. O livro trata de uma garota que tem uma imaginação fértil e tenta compartilhar seus pensamentos com os membros da sua família. Quando percebe que não terá a companhia dos pais, nem da avó, resolve extravasar e soltar seus pensamentos aos borbotões. Os pensamentos são soltos em forma de ilustrações, desenhos variados de dragão, baleia, urso, flores, chapéu… Nesta parte do livro, Lipe sempre parava e nomeava, um por um, cada pensamento de Patrícia. E Leti, espontaneamente, sem qualquer intervenção minha, passou a fazer a mesma coisa. Achei lindo demais e me emocionei percebendo como a vida é cíclica e acreditando nas tantas possibilidades que ainda se abrirão para minha filhota.
E já que estou falando de livros, gostaria de compartilhar aqui uns presentinhos que Leti ganhou em seu aniversário e que achei super interessantes.
O primeiro é um CD de histórias de Ruth Rocha, narradas pela mesma, que são intercaladas com músicas do Palavra Cantada que tratam do mesmo tema. Lindo demais! Leti só não se interessou mais porque não conhece as histórias. Mas já separei uns livros que Lipe tinha, para que ela se familiarize com as histórias. Tenho certeza que o sucesso está garantido.
O segundo foi um livrinho que ganhou da sua fono. Um livro para compartilhar. A história é simples, para crianças pequenas, e a ideia é que o adulto leia o livro maior, e a criança acompanhe a história no menor. Amamos!
Por último, um presente que nem sei quem lhe deu, mas que ela amou de paixão. A história dos 3 porquinhos, desde sempre, foi a sua favorita, e este livro vem acompanhado dos dedoches dos personagens e do cenário para montar e contar a história. Fantástico!
Como nossa família cresceu, e, por consequência, a possibilidade de reaproveitamento literário, acho que nosso acervo ainda permanecerá por muito tempo em nossas vidas.


AVD´s
O foco principal foram as famosas AVD´s (atividades de vida diária).
Com a mudança do turno da escola para a tarde, Leti passou a almoçar sozinha, mais cedo, para poder dormir depois do almoço, antes de ir para a escola. A primeira sugestão da TO foi tentar ajustar, pelo menos alguns dias na semana, seu horário de almoço para que ela pudesse almoçar conosco, e trabalhar com ela o servir-se da comida. Percebi que, realmente, que era uma grande perda segregar-lhe do momento do almoço em família, e consegui ajustar seus horários, fazendo com que dormisse antes do almoço, para que todos pudéssemos almoçar juntos, um pouco mais tarde.
E como tem sido rica a experiência!
Percebi dificuldade em movimentos simples, como o do virar da colher (e da concha), para colocar a comida no prato. Neste momento, temos trabalhado sua autonomia, já que é ela que se serve (ainda com nosso auxílio); suas escolhas, já que ela, olhando as opções da mesa, escolhe o que quer comer (carboidratos e proteínas são seus preferidos); e sua motricidade fina, com o pegar dos talheres (tem usado colher e garfo). Além disso, é um momento de estarmos juntos, conversando, e d´ela poder olhar como fazemos, para tomar como exemplo e tentar imitar.
Antes do almoço, aproveitamos para colocar uma sugestão da sua fono, para melhorar sua motricidade fina e sua resistência a texturas: colocá-la para descascar um ovo. Achei bacana colocar neste horário poque a atividade fica bem contextualizada (ela descasca e come com o almoço) e porque, realmente, é um excelente exercício para as finalidades propostas. Ela detesta! Acho que por conta da textura. Ela tira a casca com a minha ajuda, usando o polegar e o dedo médio (usa muito o dedo médio no lugar do indicador).
Quando acaba o almoço, é a hora de servir o suco. Ela escolhe o sabor que quer, colocamos uma quantidade numa caneca grande, e ela serve o seu copo. O objetivo é trabalhar sua coordenação, sua autonomia, o controle da quantidade do suco que sai de um recipiente para o outro, e o trabalho simultâneo com as duas mãos, já que ela segura o copo dela com a mão esquerda e a caneca com a direita. Nessa parte está uma linda! Impressionante ver a diferença para quando começou, e que precisávamos levar o copo dela para onde a caneca ia (era um trabalho de 4 mãos), porque ela não conseguia coordenar o movimento.
Mudamos também sua rotina com os cuidados de higiene.
Ela tem escovado os dentes e lavado as mãos no lavabo, com a ajuda de um banquinho, porque a posição e a altura da pia são mais apropriadas que as do seu banheiro, onde a pia fica mais distante do seu corpo. Já sobe sozinha no banquinho, abre e fecha a torneira e desce só. Para lavar as mãos só, ainda oferece resistência. E, na hora de escovar os dentes, lhe oferecemos a escova primeiro, para que faça qualquer movimento de escovação e, só depois, complementamos o serviço.
Na hora do banho, como não auxilia no lavar-se, ela pediu que estimulássemos sua participação, pelo, menos, pedindo que ela nos entregasse o sabonete, xampú e condicionador, na hora de usá-los. Temos feito isso.
Continuamos também estimulando que ela tire e coloque a própria roupa. Neste aspecto, também já percebemos grande evolução.
Enfim, estes foram alguns dos ajustes propostos que conseguimos colocar em prática, esperando grande novidades para os dias que estão por vir.


terça-feira, 19 de junho de 2012
Piquenique no Museu
exaustos, na volta para casa |


segunda-feira, 11 de junho de 2012
Cada um no seu quadrado


Convite Inclusivo


sábado, 9 de junho de 2012
Notícias
Mateus ficou uma semana tossindo como um cachorro e com um pouco de coriza. Mas não se abateu. Eu é que ficava arrasada a cada cof, cof... Mas bastou um sorine infantil para tratá-lo. Um tourinho esse meu pequeno!
E tudo aconteceu justo no período em que a babá antiga saiu de licença maternidade. Só de lembrar dá cansaço: físico e emocional.
Mas, graças a Deus, passou. A saúde impera em nosso lar. E que continue assim por muito tempo...
Algumas novidades deste período.
Mateus está todo serelepe! Virando de bruços para barriga pra cima (que já fazia) e o contrário também. Anda se divertindo com os brinquedos e sorrindo como nunca. Está tão fofo que tem sido um sacrifício sobre humano não apertá-lo até o estalar das costelas. Mas estou me contendo.
Tem engordado pouco. Nos últimos 8 dias, apenas 80g, mesmo com a complementação. Sinto que está começando seu desmame, o que me deixa extremamente triste.
Leti anda super falante. E reconhecendo caminhos. Esta semana, quando íamos para a casa da minha sogra e passávamos por parte do caminho da escola, ela falou: - vai pa escola.
Toda vez que saímos da escola, ela diz: - acabou a escola. E quando paramos no semáforo: - sinal vemeio.
Todo nome que lhe mostramos e perguntamos qual é, para ela é: le-ti-ci-a.
Dia desses, do nada, começou a falar: domingo, segunda, terça, quarta...
Sabe de cor o texto de alguns livros que lemos com frequência para ela. Então à noite, antes de dormir, quando vou ler para ela, sempre peço que leia uma parte comigo. E ela "lê".
Na fase pós diarreia e durante assaduras, deixei ela por 3 dias em casa sem fralda, só de calcinha, para aliviar seu desconforto. Tirando uma vez que fez xixi na brinquedoteca, das outras vezes ficou retendo a urina até colocarmos a fralda para que ela dormisse. A fralda acordava encharcada! Não sei se é bom ou ruim, porque ela mostrou que conseguiu reter a urina, mas, ao mesmo tempo, não usou o penico para fazer o xixi, ainda que a levássemos ao banheiro diversas vezes por dia. Agora nas férias do meio do ano, vou tentar fazer seu desfralde. #medo
Esta semana, sua pró me disse que ela estava cantando na aula "Billie Jean, Billie Jean, my love", de Magary Lord, e que, depois de um coleguinha ter comentado com os outros colegas que ela estava cantando, os outros começaram a cantar também. Fiquei imaginando a cena. Deve ter sido tão lindo...
Além dessa música, ela canta "delícia, delícia, assim você me mata...", "eu quero tchú, eu quero tchá", e "baby, baby, baby, oh...", não sei onde aprende essas músicas. Mas também não posso deixar de registrar que canta Gentileza, de Marisa Monte, e Um anjo do Céu, de Maskavo, sendo esta última sua cantiga de ninar.
Está ficando traquina, liga microondas (para ouvir o barulhinho), abre gavetas, liga os brinquedos de Mateus, faz bagunça... E toda vez que chamo sua atenção, agradeço - em silêncio - a Deus pela oportunidade, já que esperei tanto pelo dia em que ela deixaria de ser tão passiva...
Descobriu que a porta de espelho do meu armário só é presa na parte de cima e, vira e mexe, se diverte batendo forte na porta e vendo-a balançar. Sempre falo sério: Leti, não! E ela sai, rindo. Às vezes, quando estou com Mateus no colo, ela vai para a porta e fica um tempão batendo, para chamar minha atenção. Se finjo que não vejo, ela chega perto de mim e diz: - "Eti, ão". (Leti, não). Posso com isso?
Já faz algum tempo que aprendeu o não (que antes era "acabou"). Mas, mesmo tendo aprendido a falar o não, e a entender seu significado, muitas vezes ainda usa o acabou para indicar que não quer algo. Nestas vezes lhe digo: - não acabou, filha (e mostro que ainda tem alguma coisa). Se você não quer, tem que dizer "não quero". Então ela diz: - não quero!
Mais frequentemente tem dito beso (beijo) e abaço (abraço) quando quer me beijar e me abraçar. (assim eu morro!!!!!!).
Está tirando algumas blusas sozinha e tentando subir em sua cama (embora ainda não consiga). Mas ainda há um grande déficit motor...
Pois é, passado o período negro das viroses, só restam novidades boas a compartilhar...


segunda-feira, 4 de junho de 2012
Colônia de Férias em Salvador

